26.02.05
Acreditem nas minhas palavras: embora não pareça, eu estou debilitado. Acordo com suores frios, deito-me a gemer. E não sei o que tenho, ainda por cima. Tendo em conta que não tenho muitos sintomas físicos, nem me aventuro a ir ao médico, senão ainda inventam para aqui alguma doença macaca e tratam de me abrir como um porco no matadouro. Uma das consequências desta enfermidade (e algo embaraçosa, diga-se de passagem), é que, bom... me faz escrever composições deprimentes, perfeitamente horrendas e absurdas, capazes de dar a volta ao estômago mais forte.
Querem uma prova? Então, espero que ainda não tenham comido nada...

A primeira vez que te vi
Tinhas-te escondido ali
No meio da caloiragem

Senti-me iluminado
Quando olhei para o teu lado
Logo guardei a tua imagem

Não mais me abandonaste
Nem mesmo deixaste
Por um segundo, a minha lembrança

Os meus sonhos invadiste
Minha estabilidade destruíste
Mas de te ter, ganhei esperança

Vamos à mesma escola
Carregando na sacola
As mesmas ambições

Utilizando o mesmo meio
Para chegarmos ao seio
Do nosso centro de ilusões

És algo calada
E também recatada
Sei o que é ser assim

Também tenho esse defeito
Mas acabo por falar a eito
Geralmente, só para mim

O que ditará o futuro
Com certeza, será tempo duro
E recheado de incerteza

Mas uma coisa te digo:
Quero que fiques comigo
Porque te amo...

A todos vocês que sobreviveram, vos faço um apelo: ajudem-me. Que raio de doença é que me afectou, desta vez, e como é que me curo? Preciso de saber. PRECISO DE SABER!!!!!!!!






Ah, já me esquecia. Boas composições.

(Este post é algo contrastante com o anterior, não é? Eh Eh Eh! Eu sou assim.)
disfunção original de Rodolfo Dias às 01:38

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Este web-log não adopta a real ponta de um chavelho. Basicamente, aqui não se lê nada de jeito. É circular, c...!
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