03.01.08
Pois é, mais um réveillon que passou, mais uma festa de arromba, mais uma noite de fanfarra e de folia e de excessos ultrapassada. A malta gosta muito disso, e eu não sou excepção. Utilizando uma expressão originária desses grandes poetas da prosa que são o Zezé e o Toni da Conversa da Treta, "fanfarrei-me todo que me desunhei". E gostei. E foi tudo muito bom, diga-se a verdade.Lá fui eu mais o meu gang de moços e moças impecáveis (o gang é só para despistar) para uma localidade que não irá ser nomeada, mas que fica longe, absurdamente longe e que se demoram 4/5 horas a lá chegar, vindo cá do deserto. Foram uns seis dias muito bem passados.
Mas, verdade seja dita, não estou aqui para falar da minha passagem de ano. O dito balanço, que no post anterior me recusei a fazer, vale a pena ser elaborado e apresentado (possivelmente).
E acho que posso dizer que 2007 não foi um ano por aí além, seja lá pelo prisma que as coisas se vejam. Tanto a nível pessoal, como profissional, ou mesmo económicas (e especialmente económicas!, mas isso nunca o foram) as coisas não foram boas para o meu lado. A partir do momento em que estive prestes a jogar fora cinco anos da minha vida (agora cinco e meio... e vamos a ver o que lhes vai acontecer, ainda assim); mentalmente, o meu estado altamente alucinado tem-se vindo a agravar, de tal modo que me começo a identificar com Pink, a personagem principal do álbum "The Wall", de Pink Floyd. Quando não me sinto assim, ou estou deprimido, ou sinto-me razoavelmente normal, ou tenho ânsias de destruir o que está à minha volta; no geral, adicionam-se problemas amorosos, que não merecem a pena serem aqui detalhados, e o meu mais recente falhanço condutor e toda a confusão em que o mesmo esteve envolvido (marcarem-me o exame sem eu ter dito que estava preparado - e não estava - realmente fez maravilhas) foram apenas mais dois motivos para esquecer o mais depressa possível este 2007.
No plano positivo q.b., ter-me começado a dar com malta adepta da ferrovia como eu, acho que é a única coisa que se pode apontar aqui (q.b. porquê? Porque a minha máquina fotográfica é uma grande cagada... e para capturar fotos de coisas que mexam é uma autêntica lotaria). Ah!, quase me esquecia: e ter "descoberto" uma banda chamada Pink Floyd.
Tudo somado... que venha 2008, que 2007 não deixa saudades.

Boas retrospectivas,
NvH - Iogurte líquido!

(peço desculpa pelo post tão introspectivo. Há vezes, há coisas que uma pessoa quer dizer, mesmo que não importem a ninguém. O espectáculo prossegue dentro de momentos.)
disfunção original de Rodolfo Dias às 16:31
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