30.06.08

Bom, depois dum final de semana que me fez andar dum lado para o outro, quer com o meu grupo de rapazes cantadores, quer com a malta da fotografia, está na altura de fazer o rescaldo de algo que se passou pelo meio de todos esses eventos: perdi a cabeça, esqueci-me de todas as vezes anteriores, e fui sair à noite.

Atenção: não é sair à noite como o costume - ir ao café, estar lá um bocado na palheta e depois vir-me embora -; é sair à noite... e só retornar às tantas da madrugada, fedendo a fumo de tabaco, com os ouvidos tapados de cera e com uma dor estupidamente dolorosa. Pois é... é ir p'rà night. Vulgo, discoteca. OK, não foi bem uma discoteca, mas para todos os efeitos é o mesmo.

(Antes de mais nada, também tenho de fazer um mea culpa: fui-me meter nessa alhada depois de ter passado uma tarde ao sol, de máquina fotográfica em punho. Resultado? Pescoço e braços queimados... e uma bela marca branca onde eu, estupidamente, deixei ficar o relógio. Mas penso que não seria de esperar outra coisa de mim, não é?)

Não me vou alargar a respeito de como a coisa correu, porque não é o busílis da questão (se bem que estar uma hora - ou mais - para pagar, é dose... não sei se me apanham lá mais alguma vez); em vez disso, vou ter de alardear argumentos que, a mim, se me afiguram como negativos neste tipo de coisas:



  1. Porteiros: grandes macacos que vestem sempre de negro, tem uma voz grave e, salvo excepções, pouco amistosa, e ar abrutalhado. Estão indigitados pelos gerentes para fazerem valer critérios de selecção algo dúbios a respeito de quem passa os portões da entrada. Fora do seu local de trabalho, passam a vida no ginásio, onde muita gente se torna conhecida deles, por modo a conseguir uma entradazita à borla no mesmo estabelecimento, ou então um cartãozito de consumo mais barato - ver ponto 2. Normalmente, a chegada dos ditos "amigos" é a única vez em que a sua voz é mais amistosa. Fora do ginásio e do local de trabalho, pouco tempo sobra para dormir - é uma perda de tempo, se formos a ver - e daí vem a pouca inteligência que possuem.

  2. Consumos: é líquido: quem é pobre não pode ir p'rà naite. E, especialmente, se tiver nascido com uma torneirinha no meio das pernas. Agora, que me desculpem, mas eu tenho de me armar em gaja: eu exijo a igualdade de direitos1! Eu exijo cartões de consumo ao mesmo preço dos das "shoras donas"! É que a mim dói-me ter de largar sempre mais de 10€ para estar a córtir um bocado, enquanto devem-se contar pelos dedos de uma mão as que uma senhora teve de pagar essa maquia para o mesmo... Que seja um incentivo para que elas apareçam, com decotes até ao umbigo e saias pela cintura, a mostrarem pernas de dois metros e a roçarem-se todas umas nas outras... só que, com umas tabelas bem inflaccionadas para a malta que mija urina2 em pé, esse espectáculo é apenas para inglesa ver, que esta malta começa a pensar duas vezes antes de ir a tais sítios...

  3. O córtir propriamente dito: confesso que já não sei como me comportar no meio duma pista de dança. Mas nunca percebi porque raio se levanta, constantemente, o braço direito, e se abana a mão repetidamente, em movimentos de trás para a frente com ela erguida no ar. O que quer isso dizer? Que o som que está a dar é "fixe"? Que o DJ "lhe está a dar bué"? A sério, quem souber, que me explique, que eu gostava de perceber... Ainda, a respeito do mesmo: será que, para córtir, é preciso a malta abanar-se toda? Andar com os cotovelos dum lado para o outro, a cravar com os ditos nas costas dos outros, ou a levar com saltos em cima dos meus pobres dedos dos pés? É que, parecendo que não, isso aleija um bocadinho, e eu ainda gostao de chegar a casa mais ou menos no mesmo estado em que saí de lá.

  4. Oldies revisitados: não percebo porque se há-de passar a vida a assassinar autênticamente clássicos dos anos 80 e 90. Para quem (como eu) gosta dos ditos, ouvir, vá, como exemplo, uma versão altamente adulterada do "Message in a Bottle" dos Police, é o equivalente a ouvir-se cinco ou seis minutos de alguém a arranhar num quadro com unhas extremamente compridas. É agonizante. É tortura que devia de ter sido proibida pela Convenção de Genebra. E, ao passo que, noutras discotecas de mais nomeada e maiores, sempre se pode ir para outra pista de dança e esperar que o som, lá, seja melhor, noutros, em que só há uma pista, tem que se endurar, e agonizar...


E bom, já chega de falar mal, que estou cansado.


 


 




1- Há quem diga, afinal de contas, que o que as mulheres querem, não é a igualdade de direitos, mas sim que os papéis se invertam e que elas passem a ter os privilégios todos. Tendo em conta que, quem tem proferido tais coisas, são membros desse mesmo género, penso que está tudo dito...


2- O politicamente correcto é uma gaita, realmente... mas nunca fiando, antes alguém me atire com um calhau à cabeça por dizer ordinarices.

disfunção original de Rodolfo Dias às 01:07
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20.06.08

Vocês conhecem, decerto, a sensação de, quando estamos a comer, nos aparece algo que ou é demasiado duro, ou indigesto, ou o que seja, e ficamos a mastigar, a mastigar, a ver se aquilo vai para baixo, mas não há meio? É como eu tenho andado nos últimos tempos. Tenho andado a remoer numa coisa, a ver se a consigo engolir, mas não consigo, por mais que tente, que ela me passe pelo estreito. Pois é... é mais uma alminha a bater no acordho ortográphyco. Já cá faltava, mas tem de ser.

Que me desculpem os shores dótores, mas eu recuso-me a adoptar (ou será adotar?) esse chorrilho de disparates. Chamem-me tacanho, grunho, botas de elástico, resistente à mudança, velho do Restelo, o que quiserem (mas não passem muito daí, que não quero ficar com as orelhas muito quentes), mas aqui não dá. Uma pessoa passou doze anos duma vida a aprender Português, a arriscar-se a levar com o apagador na testa se calhasse a trocar o 'ç' pelo 'ss', e agora fazem-me esta desfeita? Nem pensar nisso! Já que arrisquei a minha vida, hei-de levar este dialecto p'rà cova! Ora digam-me cá: quando eu for preso, vou ter de pedir uma anistia? Quando sair de lá e quiser ir até ao Colombo vou ter de apanhar o metrô?! Quando estiver com alguns amigos vou ter de me lembrar que o nome deles tem menos uma letra?!! E queum homem a sério vai passar a ser um espécime com 'O' grande???!!!?! Mas esta gente anda a fumar brocas de empreitada, ou quê?!!!! Que digam que é uma maneira de juntar todos os PALOP's e de uniformizar a sua escrita... é de uniformizar, ou de nos dobrarmos à maioria que fala um português tão aproximado como o americano ou o australiano são do inglês?

O que me assusta, também, é o futuro... é que, se hoje em dia se têem ideias tão peregrinas como esta, o que ditará o futuro? Será que os textos presentes em sites como este, daqui por 40 anos, poderão ser analisados pelo corrector ortográfico do Word (ou outro qualquer) sem acusar um mísero erro que seja? Se esse for o futuro, que me matem já, que não sei se me aguento. Ou então, que me arranjem uma casita no deserto, para não me chatear(em).


 


[NOTA: só agora reparei que o web-log que coloquei em epígrafe - é uma palavra tão bonita, não é? - já não se encontra disponível. É pena. Era algo digno de ser lido. E, em seguida, de espetarmos garfos nos olhos. Mas enfim: para bem dos nossos olhos, já ardeu a bota.]

disfunção original de Rodolfo Dias às 01:39
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17.06.08

Ora, hoje, em todo o mundo cristão (ou, melhor dizendo, em todo o mundo que adoptou o calendário gregoriano), é terça-feira.


Menos para mim. Para mim e para toda a gente que tem por obrigação deslocar-se para a ESTSetúbal. Para todos esses, é sexta-feira. E amanhã vai ser quinta-feira. E depois, seguem-se mais uma quinta, e outra sexta-feira (por acaso, esses até estão certos). E na semana a seguir, vou ter uma terça-feira e um sábado em vez duma segunta e duma terça-feiras.


Confusos? Pois, é normal. O facto é que, aparentemente, somos obrigados a ter 15 semanas de aulas. Por isso, estão-me a cobrar todos os feriados e pontes que me deixaram desfrutar na altura. TODOS. Isto são as ditas aulas de substituição.


O que é ruím, diga-se de passagem. Já olhei para o meu horário, vendo que hoje só tenho uma aula, por ser sexta-feira, e já estou convencido que amanhã é sábado. O que, pronto... nem aqui é verdade, que amanhã, é quarta. Ou, por outra, quinta. E eu já a pensar no raio da praia... se for preciso, até me vou revoltar e vou mesmo meter os cotos no meio da areia, que já não tenho essa sensação desde 2006.


Ah!, é verdade! E os Cantares da Serra lá vão actuar em Cuba, lá p'rà noitinha de sexta-feira - a que é mesmo sexta-feira. Onde, é que já não sei... mas procurem por um auditório, que há-de ser por lá que a malta há-de estar.

disfunção original de Rodolfo Dias às 13:00
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13.06.08

Ainda pegando no tema do post anterior, aqui fica mais uma foto, relativamente ao último acidente da mesma:

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Eu gostava de ser mosquinha, poder ir lá naquela altura e ver o que estaria a ver o homem da REFER (o de roupa amarela e azul). Será que aquela mancha branca no carrilm será um fantasma? Hmm...

disfunção original de Rodolfo Dias às 14:30
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08.06.08

Quem me segue e me conhece mais atentamente, sabe que, ultimamente, tenho andado a seguir com especial atenção o estado da ferrovia portuguesa. E, nos últimos tempos, existe uma situação que tem andado muito na boca do povo: a situação da Linha do Tua.

A linha de via métrica ou estreita (via estreita por que a distância entre carris é inferior à da  maioria da restante rede ferroviária portuguesa, que é de 1668 mm; métrica porque, já se adivinha, essa distância é de 1000 mm) que, num passado não muito distante, ligava a aldeia do Tua a Bragança, e que hoje em dia só está em funcionamento até Carvalhais, no concelho de Mirandela, está em funcionamento desde 1887, numa altura em que a tracção a vapor era raínha e senhora. A paisagem que se avistava (e avista, ainda, nos dias de hoje) é algo indescritível, ao ponto de ser considerada uma das mais bonitas linhas ferroviárias do mundo.
Só que, se falarmos a alguém na Linha do Tua, esse alguém de certeza que vai meter as mãos à cabeça e fugir a sete pés (OK, não será tanto assim, mas pouco falta).
Em 2005, começou-se a falar na ideia de se construir uma barragem no Rio Tua. O que seria tudo muito giro... se não existisse uma pedra de permeio nesse projecto chamada "Linha do Tua". É que o projecto que está contemplado, mesmo tendo em conta a cota mais baixa possível, de 160 m, irá implicar sempre a submersão de parte do traçado da linha e o isolamento da mesma da restante rede nacional. Naquela altura, todos os autarcas da zona eram contra esse atentado. Só que...
A 12 de Fereveiro de 2007, acontecia o já tristemente célebre acidente que vitimou três pessoas e feriu outras duas, quando uma automotora que fazia a ligasção entre Tua e Mirandela descarrilou e se precipitou para o Rio Tua. o LNEC, esse mesmo, o que meteu o novo aeroporto de Lisboa (ou NAL) em Alcochete, atribuiu o acidente a um desprendimento de pedras que embateram na composição e a arrastaram para o rio.

A linha esteve encerrada durante muito tempo, para se arranjar esse pedaço de linha, e muita gente já dava a linha como fechada definitivamente e a barragem como certa. Até que, a 28 de Janeiro deste ano, a linha reabriu ao público. Com uma licença provisória, é certo, mas abriu.

No entanto não foi uma abertura sem percalços, uma vez que, dia 25, um maquinista que efectuava testes de circulação entre Mirandela e Abreiro descobriu um parafuso com cerca de 20 cm colocado entre os carris e que poderia provocar outro descarrilamento; e no dia 27, foi descoberto outro, desta feita entre Brunheda e Tua.
Bom, em relação à tal licença provisória, atribuída pelo Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres, esta caducava em Abril, para dar tempo à REFER e ao LNEC para acabar os estudos e as medidas de segurança exigidas; só que eles não o fizeram. E quando o IMTT ameaçou voltar a encerrar a linha, ambas lá fizeram um choradinho e o instituto lá acabou por adiar o prazo até 21 de Maio.
Só que, a 10 de Abril, uma máquina de manutenção de via (uma draisine) descarrilou entre Tua e Tralhariz, após o muro de sustentação da linha (ou seja, onde a linha está assente) ter-se desmoronado, provocando três feridos ligeiros. Mais um tempo de paragem, e a circulação voltou a ser restabelecida dia 23 de Maio.
E, no dia 6 de Junho, mais um acidente com uma automotora.


Uma composição que fazia a ligação Mirandela-Tua tombou para o lado, a um par de quilómetros do destino, provocando um ferido ligeiro. Os passageiros que seguiam dentro da automotora tiveram de fazer o restante da viagem a pé. E, já se está mesmo a ver, a circulação foi novamente suspensa. Só que desta vez, já foi descartada a hipótese da causa do acidente ter sido da infraestrutura. Ou seja, sobram como causas uma falha da automotora... ou intervenção externa. Ou seja, sabotagem. O que não me surpreenderia nada.
Afinal de contas, será só coincidência  que, sempre que a linha abre, pouco tempo depois volta a acontecer um acidente que provoca o encerramento da mesma? Juntando tantos "acasos" aos ditos parafusos que já foram encontrados, a história começa mesmo a cheirar muito mal...
Ah!, falta dizer uma coisa: as ideias dos autarcas da zona já mudaram completamente. De momento, apenas o presidente da Câmara de Mirandela e presidente do Metro de Mirandela, uma das duas empresas que utiliza a linha (a outra, obviamente, é a CP) é a favor da manutenção da linha e a defende como pode; todos os outros já acham que a barragem é o melhor para a zona... mesmo sabendo que muitas das pessoas que lá habitam não dispõem de mais nenhum meio de transporte.
Depois da gorada hipótese da barragem de Foz Coa, parece que, desta vez, se anda a fazer de tudo para a barragem do Tua não ir pelo mesmo caminho...

disfunção original de Rodolfo Dias às 19:15
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04.06.08

É um facto que eu já não vejo TV como dantes. Especialmente os canais portugueses (só a TVI, estritamente no período entrea 1h e a 1h45 da madrugada de segunda para terça-feira - para enfatizar isto bem, que a TVI consegue ser a pior delas todas - e é para ver o House), que, ultimamente, tem andado a espetar pregos à fartasana no caixão que contém a qualidade da televisão que por cá se faz. E mais exemplos não seriam precisos do que a emissão de domingo à tarde nos três canais generalistas (a RTP2 não conta).


É certo e sabido que, para três estaçõe televisivas acompanharem algo em directo, é preciso que esse algo seja, realmente, muito importante. E, que eu saiba...


... o embarque da selecção nacional de futebol para a Suíça rumo ao Europeu NÃO É um evento muito importante! Bastava que o fizessem com uma das respectivas sucursais (SIC Notícias, RTPN, coisas assim), e o povo até deixava passar. Agora, nos generalistas, num domingo à tarde, quando (finalmente!) não estão a dar novelas ou programas ridiculamente chatos e entediantes e quando sempre costumam dar uns filmezitos minimamente visíveis? Farto já ando eu de ver a carinha de atrasado mental e de ouvir a língua preguiçosa da estrela da nossa companhia, esse grande inspirador de basofes por este reyno fora, e que ofusca os restantes 22 membros da equipa, mais equipa técnica, mais testas de ferro... é muito!


E ainda há quem me pergunte porque não vejo quase nenhuma TV generalista. E, se a FOX andasse adiantada com os episódios da nova temporada do House, então não via mesmo nenhuma (1h da manhã, camandro? E o meu sono de beleza?).


Volta, SIC Comédia!!!

disfunção original de Rodolfo Dias às 11:20
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02.06.08

"Se não queres que a poeira te caia em cima, encosta-te à chaminé."


NCo

disfunção original de Rodolfo Dias às 10:52
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01.06.08

Bom, depois de tanto silêncio, motivado, acima de tudo por uma enorme falta de criatividade e uma (ainda maior) falta de vontade de escrever, cá volto, depois dum casamento.

Normalmente, todos os casamentos dão pano para mangas para se escalpelizar numa espécie de day-after, mas sinceramente, não vou entrar por aí, que não é bem a minha área. Só que, para além de ontem ter havido um casamento (não terá sido só um, mas pelo menos houve aquele... raios, nem estas sidejokes me saem bem), também houve um jogo da selecção... e, com o Europeu à porta, nada como começar já a preparar para esse evento, dizendo essencialmente o que me vai na alma a esse respeito. Portanto, cá vai.

Mais que nunca, hoje em dia Portugal é uma selecção de um jogador só. Não me lembro se nos tempos do Eusébio era assim (se bem que duvido), mas nem nos tempos em quem o Figo dava cartas a "selecção de todos nós" orbitava em torno de um só jogador, até porque nessa altura havia Figo, havia Rui Costa, havia... hoje em dia, tudo se centra no Cristiano Ronaldo, esse "puto choné" e que, sendo mais novo que eu, faz mais graveto num mês do que eu vou ter na minha vida toda. Toda a gente, até as televisões, se centram no nessa abécula. Até ontem, depois daquela coisa do Ricardo Carvalho (chamar-lhe falhanço é pouco), lá foi a câmara da RTP à cata do menino-bonito, a mostrar a sua reacção ao lance...

... e, se formos a ver bem, que tem feito o miúdo na selecção? Não me lembro do último jogo que vi dele em que dissesse "bolas, o Ronaldo jogou muita bem". Ontem foi mais um dia descorçoante: mais fintas que não levam a lado nenhum, mas "brinca-na-areia", com poucos resultados práticos, basicamente um exemplo dos jogos que ele tem feito de quinas ao peito.

Chamem-me pessimista à vontade, mas acho que a malta já pode ficar contente se Portugal chegar aos quartos-de-final. Não os estou a ver a fazer melhor que isso, sinceramente.

disfunção original de Rodolfo Dias às 14:16
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Este web-log não adopta a real ponta de um chavelho. Basicamente, aqui não se lê nada de jeito. É circular, c...!
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