30.06.07
Finalmente decidi-me a passar as fotos que tinha no telemóvel para o PC (o 3G é uma maravilha, não é verdade?)! De entre as inúmeras fotos que tinha aqui, há uma que tenho de escarrapachar aqui, porque está indirectamente relacionada com este post.

Esta era a audiência para o já mencionado baile. E, apesar da fotografia não ter ficado exactamente focada (1,3MP, estão à espera de milagres?), dá para notar um bom par de coisas:


  1. não havia tanta gente lá no edicício quanto isso;

  2. se a juventude fosse considerada até aos 65 anos, poder-se-ia dizer que o baile estava cheio de malta jovem;

  3. o cantinho da bebida era do lado direito.


E sim, esta foto foi tirada numa altura em que não havia música. Mais que não seja, pelo facto dos dois dançarinos já aqui abordados não estavam à minha frente...
Podia meter-me aqui a dissertar sobre a desertificação do interior, o envelhecimento da população, e sabe-se lá o quê; mas eu não tenho jeito para estudos sócio-económico-culturais, por isso, vou deixar isso para quem de direito seja. E, além do mais, agora vou estar mais entretido a ver aquilo que me chegou no correio aqui há dias (se me apetecer, irei demonstrar o porquê de eu continuar com os ditos miseráveis 2€, porque está relacionado)...

Bons assentos,
NvH - 25km numa bicicleta? Brincadeira de criança!
disfunção original de Rodolfo Dias às 20:17
 O que é?

29.06.07
- Ter um joelho que me começa a doer do nada e cuja dor lhe passa, também do nada;

- Ter um sacana dum fígado gordo, que me obriga a abdicar de tudo o que seja proveniente de porco (oh, tortura!!);

- Ser tão distraído;

- O deserto ser tão frio, por estas alturas de finais de Junho;

- Fernando Santos (sim, ainda);

- O meu PC;

- Anúncios na FOX;

- EST-IPS;

- A imagenzinha do rolo de papel higiénico ter desaparecido;

- Armin van Buuren;

E, para finalizar... depois de tantos meses, ainda tenho os malditos 2€ na conta!!!
disfunção original de Rodolfo Dias às 01:57
 O que é?

20.06.07

Existe uma coisa que a mim me tem deixado sempre de cara à banda. Já repararam que, no que respeita aos meios de transporte públicos, devemos ser (sim, nós, seres humanos) o bichinho mais parecido com ovelhas?


Senão, atentem nestes factos:




  • sempre que o <inserir nome de transporte público aqui> chega, só se vê gente a correr, mesmo tendo em conta que, 5 ou 10 minutos depois, se vai seguir outro transporte. Consigo encontrar algum paralelismo no momento em que abrem a porta do curral para o rebanho entrar, só se vê ovelhas a correr, mesmo ficando a porta aberta à vontade delas;



  • sempre que se ouve a voz monótona e computorizada a anunciar que o <inserir nome de transporte público aqui> prodecente de sítio X com destino a Y vai chegar, só se vê gente a correr, mesmo que não seja aquele meio de transporte que desejam apanhar. Paralelismo? Hmm... levem um balde com ração para porcos a ver se as ovelhas não vão atrás também;



  • sempre que as portas se começam a fechar, seja num torniquete, ou na entrada do <inserir nome de transporte público aqui>, vai haver sempre pelo menos uma pessoa a tentar passar, independentemente de conseguir ou não1. Pararelismo ovino? Bom, experimentem a abrir a porta do curral apenas de modo à ovelha conseguir enfiar a cabeça, a ver se ela não se vai tentar enfiar lá para dentro à força;



Podia continuar, mas acho que estes três exemplos chegam para provar o meu ponto. Portanto, é pacífico assegurarmos, tendo em conta o grau de inteligência comprovado do gado ovino (mais não seja, pelo tamanho do seu cérebro), que nos estupidificamos sempre que precisamos de ir para o trabalho/escola/...
No entanto...
No entanto, tendo em conta o que mencionei a cima e o que não mencionei mas que se sabe... não será um bocadinho preocupante ver a Igreja Católica a tratar os fiéis como "o rebanho"? A ver na Bíblia menções ao "rebanho" de fiéis? Que significa isto? Que os crentes são seres brutos e com pouco cérebro, que seguem o pastor sem hesitar e, se o fizerem, ou saírem fora do trilho, levam com uma pedrada no lombo?
Posso sempre ter percebido mal a coisa, mas... de mim ninguém faz queijo!!

Boas pastagens,
NvH - Se eu tiver gordura no fígado, porque não o posso meter a correr a Meia-Maratona de Lisboa?








1- isto também se aplica aos condutores: experimentem a deixar uma pequenina distância para o carro à vossa frente para verem se não vai haver algum ás a tentar enfiar-se lá.

disfunção original de Rodolfo Dias às 10:15
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15.06.07
Um daqueles lugares comuns femininos - desculpem, mas não podia deixar passar mais esta alfinetada - que me apoquentam a mim e a mais de 90% da população masculina (os outros, ou são encosto das respectivas, ou metrossexuais, ou homossexuais) é, precisamente, a história da cor da roupa.
Pois... a roupa. Esse eterno dilema, de combinar umas peças com as outras. Nunca vos apareceu pela frente uma moça da cabeça aos pés uniformemente vestida na mesma tonalidade? Ou em duas tonalidades em que perderam n minutos a afinar diante dum espelho? Quando até as escolhas se reflectem na cor dos brincos e, até como já vi, na cor das armações dos óculos?
E isto pode ser algo grave, especialmente se estivermos à espera da(s) senhora(s) para ir a um lado qualquer. Porque, imaginando que não conseguem encontrar um top que se adeque bem à tonalidade das calças, tem de se despir e voltar a começar do início, para nosso desespero, e apesar de asseverarmos que, para nós, o que quer que seja que vistam está bem (ou mesmo se não quiserem vestir nada... olha, e porque não? Afinal, sempre se ganhava esse tempo e poderíamos sair de casa, tipo, sei lá... a horas).
Essa é outra coisa que a nós nos apoquenta um bocado. Porque raio não se hão-de fiar naquilo que dizemos? Será que seremos assim tão desinteressados ao ponto de apenas estarmos a concordar convosco apenas por jeito, ou para não vos ouvirmos? A sério... se dissermos que vocês são bonitas, é porque são!, ou que não estão gordas, é porque não estão! Se nós fossemos assim como nos fazem, concordávamos convosco, porque aí sim, podia ser que nos deixassem de chatear... mas não! Acho que não somos assim tão falsos...1 Eu até acho que tudo isso se deve porque, internamente, existe dentro de vós um genezinho de falta de confiança, pelo que tudo o que fazem está sempre errado, ou vocês são as pessoas mais feias do mundo, ou que os homens não vos ligam nenhuma...
Eu sei que, já por duas vezes, abordei aqui o assunto dos web-logs das "gajas com atitude", mas...bom, ou oito, ou oitenta! Atitude demais, é mau, mas falta dela também o é! Por isso... vejam lá se ganham alguma força de vontade e, se tiverem problemas com isso, experimentem a realmente ouvir-nos, sim? No interesse das boas relações, a gerência agradece.2

Boas combinações,
NvH - Duas horas de sono e um parceiro de trabalho que não vem... que mais me acontecerá hoje?






1- Podem passar a vida a dizer que nós só dizemos essas coisas para termos acesso à "Terra Prometida"... mas a mim ninguém me tira deste rumo: e, se fossemos assim tão porcos e maus como nos fazem, acho que, das duas uma: ou a raça humana já teria acabado, ou já haveria cientistas a tentar descobrir uma maneira de haver reprodução assexuada... hmm. Deixa-me cá ver se não dou ideias a mais ninguém... *assobia baixinho e mete as mãos nos bolsos, saindo de fininho, como quem não quer a coisa*
2- OK, como já repararam, a partir de meio o assunto transfigurou-se um bocadito... foi, em parte, o desabafar do que me deixa triste em vós, cara(s) leitora(s), e parte o desejo de fazer um post maior que o que tinha. É sempre assim.
disfunção original de Rodolfo Dias às 08:57
 O que é?

12.06.07
Bom, aproveitando uma visita-relâmpago à minha santa terrinha, aproveitei para ir passear e passar por uma daquelas coisas que, com a chegada do Verão, se vai tornar cada vez mais frequente por todo o lado, de norte a sul do país: os bailes.
Não que eu tenha algum problema com tal actividade (eu continuo na minha a dizer que tenho dois pés esquerdos para essa actividade, se bem que me jurem que não... se bem que desconfie que é só para fazer jeito), porque, normalmente, nem vou lá para dançar, nem para ouvir a música... é para duas coisas, essencialmente:
1) ver as moças 1;
2) emborcar imperiais.
Pronto, não serão exactamente as razões mais nobres, mas confesso que, simplesmente, não é coisa que me atraia muito, os ditos dos bailes. Mas, como me tinham oferecido o jantar, pronto, lá fui eu.
Mas, no entanto, e apesar de admitir que até gosto da minha imperialzinha, tenho noção de quando parar (ou pelo menos tento...), e é aqui que vem o cerne da questão que pretendia trazer aqui hoje.
Pois, estava eu sentadinho no meu banco, a ouvir o que é costume - os clássicos da música popular portuguesa, em pálidas versões que, de tão distorcidas, até quase custa a perceber o que são - e com o meu copito de plástico na mão, quando me aparecem à frente estes dois artistas... que, em tendo o sacana do telemóvel no bolso, não resisti a capturar para a posteridade:


Pois é, acho que estes dois colegas estavam bem para aparecerem no "Dança Comigo", não vos parece? Acho que fica bem termos um parceiro de dança que despe a t-shirt, ou outro que não se aguenta em pé, a dançar o "Mestre de Culinária"... seria um bom momento televisivo. Pelo menos conseguiria ter mais nível do que <inserir nome de programa da TVI aqui>...

Boas danças,
NvH - Não aceitaram o registo, continuo a ser o Nettwerk van Helsing.








1- Seria um bocadinho previsível, e já sei que há-de haver moças que, neste momento, me estarão apontando o dedo acusatório e a chamarem-me de "chauvinista", ou "machista", ou assim... hah, até nem é mau sinal, significa que ainda há gente a ler os meus disparates.
disfunção original de Rodolfo Dias às 00:34
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08.06.07
Desde já anuncio que o meu nome vai passar a ser Muhammad Al-Ayyubi Is'haq Ar-Raheeq. Temos que nos adaptar às novas realidades, e se a nova realidade é que vivemos num deserto, estou já preparado.
Bom, agora deixa-me cá ir à procura do turbante...
disfunção original de Rodolfo Dias às 13:43
 O que é?

05.06.07
Mais uma maravilhosa descoberta, e que comprova que nós não nos esquecemos de todas as coisas de que é suposto lembrarmo-nos de propósito, mas apenas... por uma questão de prioridade.
Bom, segundo um estudo da Universidade da Califórnia, nós só não nos esquecemos das coisas que são realmente relevantes, ao passo que aquelas semelhantes mas menos usadas são "evaporadas", para manter uma cabeça limpa e evitar qualquer tipo de confusões.
E vocês nem imaginam o quanto esta notícia a mim me deixou feliz. Em primeiro lugar, porque há muita coisa que me esqueço, e por este resultado vem-se a provar que tudo aquilo que me mesqueci, afinal, não era assim tão relevante quanto isso (e, por essa ordem de ideias, o que fica cá dentro é o que realmente importa). Em segundo lugar... porque é uma óptima desculpa.
Vejam lá se não é verdade: vocêstem de pagar a prestação da casa, ou do carro ou de uma outra coisa qualquer; agora, já podem argumentar que se esqueceram, "porque tive um sonho com a chave premiada do EuroMilhões e a lembrança do pagamento da prestação não era tão importante". Até dá bastante jeito, para apagarmos da mente aqueles eventos que a malta quer meter por detrás das costas o quanto antes... o que é preciso é arranjar assuntos importantes para fixar!
O problema é que isso é um pau de dois bicos. Imaginem o que é vocês chegarem a casa depois dum estafante dia em casa e a vossa mulher vos perguntar1, irado, pela prenda que vocês eram suposto comprarem para o filho que faz anos nesse dia. Se vocês se lembram de dizer algo do género:  "esqueci-me... mas foi porque tinha coisas bastante mais importantes para memorizar, no trabalho...", é meio caminho andado para comerem com a terrina da sopa na cara! É que depois, sabendo como as mulheres são, nos vão acusar imediatamente de apenas memorizarmos os nomes dos cerca de 400 jogadores da I Divisão (mais dirigentes...) e de esquecermos de quando elas são aniversariantes2...
Por isso, um conselho que eu cá faço é para usarem este magnífico atributo do nosso cérebro com alguma parcimónia.
Se bem que eu já o uso constantemente. Mas eu sou assim.

Bons esquecimentos,
NvH - Se formos buscar os camelos à Assembleia, temos o deserto completo.





1- OK, confesso que esta parte é um pouco machista; se forem senhoras, podem inverter os sujeitos referenciados na frase. A não ser que... hmm, não, é melhor não.
2- À cautela, eu tenho os aniversários todos das minhas amigas (até parece que são assim tantas...) na agenda do telemóvel. Nunca se sabe...

disfunção original de Rodolfo Dias às 16:54
 O que é?

04.06.07
Bom, peço desculpa pelo silêncio dos últimos dias, mas estive atarefado com outras coisas (o descanso é nosso amigo!).
Bom, quem me tem andado a ler durante os últimos meses e anos (sim, eu já escrevo há anos! Quem diria?) sabe que eu tenho passado a vida a falar num certo assunto, que hei-de falar num certo assunto, que merece um post, mas... nunca o fiz, nunca surgiu1. Pois bem, hoje é o dia. Vou mandar, não um calhau, mas um meteorito, a esse flagelo da sociedade portuguesa (ou da pré-sociedade...) que são as pitas.
Uma boa maneira de começar este enorme macico rochoso2 seria enfiar aqui uma definição sacada dessa Bíblia da internet que é a Wikipédia. Infelizmente, as pitas que por lá há não são as que eu quero abordar (podería sempre tentar em inglês, mas como raio traduzo eu "pita"? "Kiddie"?), por isso passemos à frente.
Bom,  hoje, ia eu a sair do comboio no Pinhal Novo (tratar de coisas que não interessam para aqui), quando me cruzo e pouco falta para ter um acidente frontar com uma coisinha desta espécie. E, apesar de ter estado apenas um mero par de segundos à minha frente, deu para fixar um par ou dois de "atributos" (que, aliás, saltavam à vista):
- não podia ter mais de 15 anos, porque conseguia ser bem mais baixa que eu (e isto, diga-se de passagem, já é proeza, existir alguém mais baixo que este gnomo sebento e irritante que vos escreve);
- o piercing reluzente que estava enfiado nas bordas do umbigo (para espanto meu, acho que não havia nada metálico nas proximidades dos lábios) que, para variar um bocadito, estava à mostra3;
- a tonalidade da pele estava já bastante escurecida, mas não o suficiente para se deduzir que fosse mulata; daqui se concluíndo que este case-study, provavelmente, estava mais interessado na praia do que nas aulas (a não ser que já hajam aulas na praia... pois, enfim. Adiante);
- e, para finalizar, o cigarrito enfiado por entre os lábios.
Eu não queria estereotipar, a sério, mas... será que hoje em dia a mocidade não consegue andar um bocadinho mais normal? É que, se eu tivesse uma filha com, vá, duas ou três das características acima referidas, acho que ia armar um valentíssimo "trinta-e-um" lá por casa! Podem-me chamar "queque", "retrógrado", "opressor", mas acho que a juventude podia ter um bocadito mais de tino na mioleira... porque, às vezes, parece que só se "desenrasca" quem tiver o look mais deprimente, oferecido e o mais... mas depois até se esquecem que, um dia, há quem "coma" e não seja tão meiguinho como elas gostavam, exactamente por se mostrarem tanto...
Fui muito moralista? Peço desculpa, mas esta era um raio duma comichão que eu tinha uma nececcidade parva de coçar... eu prometo que, da próxima vez, sou mais engraçado. O meu humorismo ficou nas calças que foram para lavar, hoje. Amanhã já as visto.

Bons... coiso,
NvH - Eu gosto é do Verão...








1- Ou então já o fiz e esqueci-me. Tudo pode acontecer nesta dimensão meio esquisita onde vivo.
2- Eu tenho de pensar seriamente em mudar o nome do web-log para algo do género "As Calhauzadas de Nettwerk...". Ou não, que isso dava muito trabalho a toda a gente que me tem nos Favoritos para mudarem o nome do link... (hmm, não me cheira)
3- No que é conhecido como a "Faixa de Gaza": em cima estão os Montes Golan, em baixo a Terra Prometida.
disfunção original de Rodolfo Dias às 23:56
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Este web-log não adopta a real ponta de um chavelho. Basicamente, aqui não se lê nada de jeito. É circular, c...!
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